Mostrar mensagens com a etiqueta AMBIENTE. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta AMBIENTE. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, outubro 04, 2011

Os estudantes javardos




Os estudantes javardos
Restos de comida pelo chão...
[ civismo ]
Oeiras

É frequente, bastante mesmo, alguns estudantes das escolas da Quinta do Marquês irem ao Pingo Doce comprar comida à hora de almoço.
Nada a dizer, é claro. Eles têm que se alimentar.

Quanto muito poderemos criticar o facto de o fazerem com comida de ‘plástico’ ao invés de boa comida caseira, que é muito mais adequada para quem está a crescer.
Mas como sabemos, para a maioria tal é impossível. A alternativa é comerem nas cantinas das escolas, onde a qualidade deixa muito a desejar.

O que originou este artigo não é a questão acima exposta, mas uma outra, que se verifica diariamente e que incomoda bastamente os moradores desta urbanização (Quinta do Marquês).
Por diversas vezes alguns moradores têm alertado os estudantes para o problema, mas eles fazem ‘ouvidos de mercador’ e a situação remanesce.
Pelo que nos é dado observar do nosso prédio ou quando nos cruzamos com eles, são adolescentes na casa dos 15/17 anos, o que indicia que possam ser estudantes do Secundário, da Escola Secundária da Quinta do Marquês.

Acontece que alguns destes estudantes não primam pela boa educação e pelo civismo, deixando os restos da comida e da bebida espalhados nos sítios onde se sentam a comer, como documentam as fotografias abaixo, obtidas hoje, 04-10-2011 às 17h40.

O local é a escada das rampas que ligam a Rua Dr. Manuel de Arriaga à Rua da Quinta da Serra, e que dão acesso ao supermercado Pingo Doce de Sassoeiros.

Observem-se as fotografias:





Ocorre perguntar:

- O que andam os pais e educadores destes jovens a ensinar-lhes?

- A não respeitarem o espaço comum?

- A serem incivilizados?

- A serem porcos?

A serem javardos?!


- - - - -

fotografias © josé antónio  comunicação visual, reprodução permitida, se com menção de autor e fonte.

quinta-feira, junho 02, 2011

Selva Urbana


'Selva' na placa central entaipada da Rotunda do Marquês em Oeiras.


A história desta 'selva' conta-se em poucas palavras:


A placa central da rotunda é propriedade dum particular, que para ali tinha/tem há anos um projecto para construção dum centro comercial... [ espanto !!! ]

O projecto nunca foi aprovado pela edilidade e assim o terreno está ao abandono, mantendo-se o impasse, nunca resolvido pela câmara municipal.

O resultado é o que se vê. Densa vegetação e mato selvagem, no qual se acoita sabe-se lá o quê, pois uma das placas, no lado oposto, tem uma abertura por onde uma pessoa passa com facilidade.


Tarda uma solução para este cancro.


plano filmado de Sul

buraco a Norte

quarta-feira, março 17, 2010

ave ou ovni...


Ontem, pouco depois de almoço, regressava eu a casa após ter ido à tabacaria do costume - não, não é a do Álvaro de Campos - abastecer-me de cigarros quando, como muitas vezes faço, parei à entrada do meu prédio próximo dum belo exemplar de Yuca ali existente, na esperança de nele ver, para além dos habituais pardais, um ou outro melro, visita também usual.


A minha intenção era fotografar e/ou filmar algum exemplar desse interessante espécime de ave que por aqui ainda vai sobrevivendo.

Ando sempre com a máquina fotográfica e a camcorder para aproveitar oportunidades que surjam de registar coisas interessantes, seja o que for.


Assim, ali estava eu qual papalvo a olhar para cima, para a copa da Yuca e a olhar também ao derredor para o ar e para os prédios, de onde de vez em quando voavam ou pousavam alguns pombos.


Num destes prédios, aliás, existe um falcão peneireiro, que por vezes oiço e já vi passar a piar, lançado como um foguete em direcção à Quinta do Barão, onde vai certamente caçar e alimentar-se. Há uns anos eram um casal, mas um deles desapareceu.


No meu deambular visual olhei para o bosquete da mencionada quinta, a cerca de 90 metros do ponto onde me encontrava.

Reparei então que sobre uma ramada duma alta e muito despida árvore estava uma mancha negra de razoável dimensão cujo contorno me lembrava uma ave.


Devo parar aqui esta narrativa para esclarecer que as minhas limitações visuais me fizeram perder a excelente acuidade visual que eu tinha, e que me foi difícil perceber bem e nitidamente a imagem.


Aquilo era para mim apenas uma mancha negra, mas movia-se. Isto era relevante e significativo.

Pela forma da mancha, pelos movimentos, pela pose sobre a ramada, deduzi que se tratava indubitavelmente duma ave. Mas que género?

Àquela distância e daquele tamanho teria que ser algo de grande porte, digamos ao nível de um pavão.


Fiz então o habitual. Uma fotografia e um vídeo.

Pouco se consegue ver pois a qualidade é muito fraca mas penso que dá para ter uma ideia.


Pouco depois a ave levantou voo e, então sim, as dúvidas, a existirem, dissiparam-se e consegui perceber que ela era esguia e tinha uma cauda longa.


Confesso, fiquei curioso em saber que ave era aquela!


a ave está mais ou menos ao centro da imagem

a ampliação possível

a ave empoleirada mais ou menos ao centro


fotografias e vídeo 16-03-2010, 14h57-15h07 © josé antónio • comunicação visual