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sábado, abril 27, 2013

«O Estado Social e o Direito à Reforma» [ Oeiras ]




«O Estado Social e o Direito à Reforma»
[ debate ]
Raquel Varela e Maria Rosário Gama [ participantes ]
29 Abril 2013, 15h00
Centro Social Paroquial de Nova Oeiras

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O ESTADO SOCIAL E O DIREITO À REFORMA em Oeiras Segunda Feira 29 de Abril no Centro Social e Paroquial de Nova Oeiras, Rua Monsenhor Ferreira de Melo, Nova Oeiras

Raquel Varela (UNL)e Maria Gama(APRE)

http://valedaterrugem.blogspot.pt/2013/04/o-estado-social-e-o-direito-reforma.html

fonte Fernando Lopes - Vale da Terrugem

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Centro Social Paroquial de Nova Oeiras
[ junto do Centro de Juventude de Oeiras
e em frente da Igreja de Santo António de Nova Oeiras ]
Rua Monsenhor Ferreira de Melo, 2780 Oeiras
t. 21 443 18 76 / 21 441 10 35; Fax.: 21 441 78 87;
38° 41' 33.81" N 9° 19' 26.73" W

fotografia de abertura do sítio internet Revista Biografia a quem agradecemos.
fotografia do Centro Social Paroquial de Nova Oeiras do Bing Maps

quinta-feira, abril 25, 2013

Recordar Abril - O Antes e o Depois - A Revolução dos Cravos




Recordar Abril
O Antes  e o Depois
A Revolução dos Cravos
[ comemoração ]
Lisboa

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Recordar Abril
«O Antes  e o Depois» e «A Revolução dos Cravos»

25 de Abril Antes e Depois

25 de Abril 1974 - Revolução dos Cravos

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fotografia de abertura do sítio internet João Videira Santos a quem agradecemos.
expressamos o nosso agradecimento aos autores dos vídeos aqui publicados por nós, os quais se encontram no YouTube.

segunda-feira, abril 25, 2011

25 de Abril Sempre !



25 de Abril Sempre !

[ efeméride ]


37 anos depois, recordemos a história através das senhas que mudaram Portugal:


24 Abril 1974, 23:55


Emissores Associados de Lisboa


A voz de João Paulo Dinis anuncia aos microfones dos Emissores Associados de Lisboa Faltam cinco minutos para as vinte e três horas. Convosco, Paulo de Carvalho com o Eurofestival 74 «E Depois do Adeus». Era o primeiro sinal para o início das operações militares a desencadear pelo Movimento das Forças Armadas. [ texto do sítio internet 25 de Abril a quem agradecemos ]



ESTÁ DADO O PRIMEIRO SINAL!


25 Abril 1974, 00:20


Rádio Renascença


Paulo Coelho é o locutor de serviço, nessa noite, no «Limite». Sem saber dos compromissos assumidos por dois dos seus colegas, Carlos Albino e Manuel Tomás, quase faz perigar a transmissão da senha à hora exacta por ter antecipado a leitura de anúncios publicitários. Mas, após alguns momentos de tensão, no final da leitura do primeiro anúncio, Manuel Tomás, também presente na cabine técnica, consegue, dando um pequeno safanão (aparentemente sem intenção) na mão do técnico de som José Videira, provocar o arranque da bobine que contém a senha. Então, pela voz previamente gravada de Leite de Vasconcelos, através dos potentes emissores da Rádio Renascença, ouve-se a primeira quadra da canção Grândola, Vila Morena, de José Afonso. Já no final da transmissão o agente da Censura, ali presente, dá sinais de que escutara algo que não previa

. [ texto do sítio internet 25 de Abril

a quem agradecemos ]



A REVOLUÇÃO ESTÁ EM MARCHA!

JÁ NADA PODE TRAVAR A QUEDA DO REGIME FASCISTA!


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desenho de abertura © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.



quinta-feira, janeiro 07, 2010

Aconteceu no Liceu de Oeiras

CLIQUE PARA AMPLIAR

Infelizmente não sei a data deste recorte nem de que jornal o tirei. Mas há muitos antigos alunos que se lembram deste episódio, como eu que estive envolvido neles e bem me lembro de ver, no átrio do Liceu, o dirigente local da U.E.C., Pedro Filipe, à pancada com um elemento destacado do M.R.P.P., cujo nome não recordo, e que o tinha agredido com um caixote de lixo de madeira.
Lembro-me também de subitamente por cima das nossas cabeças - estávamos no átrio - vinda do exterior, da escadaria, ter passado uma pedra a voar que acertou em cheio no cartaz, furou-o, atravessou o vidro, partindo-o, e foi acertar na cara duma aluna que estava, junto com dezenas de outros alunos, no corredor em frente, o chamado "do ginásio grande".

Enfim, estas cenas não eram frequentes, felizmente, mas foi assim que se viveu o PREC no Liceu de Oeiras.

sábado, outubro 31, 2009

O Liceu de Oeiras no 'nós por cá'



Sob o título Sol ou sombra? Requalificação da Escola Secundária de Oeiras arranca todas as árvores, o programa nós por cá da SIC apresentou em 27-10-2009 a reportagem que efectuou referente ao abate de árvores no Liceu de Oeiras, assunto que abordámos em 28-09-2009
aqui, em 03-10-2009 aqui e em 17-10-2009 aqui.

Regressamos hoje ao tema para disponibilizar a quem não teve oportunidade de a ver, a mencionada reportagem do nós por cá:


fotografia: 19-02-1988 © josé antónio • comunicação visual

sábado, outubro 17, 2009

Liceu de Oeiras - opinião duma leitora


Na sequência da nossa peça atentado terrorista de lesa-património natural e paisagístico, que em 30-09-2009 publicámos aqui, recebemos via email com pedido de publicação o seguinte texto:


Qualquer projecto de reabilitação urbana deve analisar os valores patrimoniais do objecto de intervenção, identificar os elementos que o caracterizam, que fazem parte da sua história e da sua identidade para os preservar e valorizar. O património natural de uma instituição não tem menos valor que o património construído. Um e outro, definem um todo, que contribui para a identidade da instituição e para a riqueza de uma região.


Qualquer projecto de reabilitação que não respeite isto é gratuito, é um projecto insensível que não respeita os utentes, nem a história do objecto a intervencionar, pelo que será sempre uma forma agressiva de intervenção. O espaço habitável não é propriedade do seu criador, nem do reabilitador, ele é público. Arrasar o existente, neste caso o património natural da antigo Liceu de Oeiras, hoje E. S. Sebastião e Silva de forma indiscriminada, para reconstruir novo, por decisão unilateral das forças do poder, além de ser uma atitude agressiva, abusiva, é um atentado ecológico sobre uma zona verde, com uma escala muito considerável, dada pelos anos e pela variedade das espécies de muitas árvores, a qual dava uma envolvência e uma climatização especial a quem fruia o seu espaço interior e exterior.


Qualquer razão que pretenda dar predominância a um determinado tipo de arborização, (vegetação mediterrânica, segundo informação obtida) será válida, mas essa opção teria sempre que respeitar os exemplares magníficos que faziam parte da identidade da Escola e que professores e funcionários ensinaram a preservar. A escola ensina, entre muitas coisas, a preservar o património, entendido este em sentido lato. A lição, que os alunos tirarão deste atentado ecológico, é que basta ter poder, para atentar contra o esse mesmo património.

Onde está a cidadania na atitude de arrasar a zona verde da Escola?


Por outro lado a sociedade portuguesa é e sempre foi multicultural, a própria fauna e a flora das várias regiões foi-se enriquecendo com a variedade de espécies que foram levadas de umas regiões, de onde eram naturais, para outras. Então porquê acabar com essa riqueza de exemplares de várias espécies do património natural da Escola, onde exactamente, por ser escola, a variedade de espécies deveria ser assumida como um atributo valorativo do património natural. Se a escola é multicultural, porquê uniformizar a vegetação com o sacríficio de várias espécies. A lição que o cidadão deve tirar deste abate das árvores, é que, para as forças do poder, uniformizar é um objectivo que justifica o crime ecológico, que feriu a identidade e o valor patrimonial da Escola.


Claro que, também não se pode deixar de pensar, que o abate, o corte, o transporte, a compra e a plantação de novas unidades é uma dinâmica que economicamente interessará a muitos. Mas recuso aceitar que o interesse económico prevaleça sobre o valor ecológico e o valor patrimonial da Escola.

Como cidadã e como professora, que fui da Sebastião e Silva, deixo aqui a minha indignação.

Helena Gonçalves


nota: As linhas brancas são da nossa responsabilidade para facilitar a leitura.


sábado, outubro 03, 2009

da caixa de comentários


Este comentário foi colocado na peça imediatamente abaixo desta, intitulada "atentado terrorista de lesa-património natural e paisagístico". Pela sua importância decidimos dar-lhe mais visibilidade.

As entrelinhas em branco são da nossa responsabilidade, para facilitar a leitura:


"É com prazer que reconheço as fotos que consegui tirar com o telemóvel quando aquele acto de vandalismo estava a ser concretizado. Na sequência redigi com uma amiga o texto do abaixo assinado que numa semana recolheu mais de 300 assinaturas e que entreguei em mão no minstério da educação e na Parque Escolar.O tempo era curto e as pessoas envolvidas no protesto, muitas delas a trabalhar no liceu de Oeiras sentiram da parte da direcção da escola hostilidade que podia levar a intimidação pelo facto de se sentirem indignadas e solicitarem explicações.Só espero que contribua para a divulgação da "ocorrência"que infelizmente é mais uma das muitas que cada vez mais sucedem pelo país fora e com o maior dos despudores e que infelizmente só se conseguem travar quando divulgadas nos media, já que podem por em risco resultados eleitorais, negócios e "empregos".


O caso do liceu de Oeiras parece envolver inúmeros interesses, sendo os mais notórios, os dos poderes nacionais e locais -apresentar obra feita em propaganda eleitoral- e os da Empresa Parque Escolar, que teve carta branca do governo para gerir verbas astronómicas de fundos europeus, libertadas para o governo pelo banco central europeu.


Com elas se decidiu requalificar os edifícios das escolas portuguesas, objectivo que o governo definiu como prioritário para a melhoria da educação pública.

A Parque Escolar tratou de enunciar como estratégia um conjunto de requisitos que passaram a essenciais para os muito repetidos "desafios do futuro ", onde estará sempre presente, qual divindade da nova era, o mundo digital.


Mas não só. Déspotas esclarecidos pretendem dotar JÁ e talvez julgando que para a eternidade as escolas com espaços projectados de propósito par albergar um tipo de ensino, de curriculos, de conteúdos e de metodologias. Não se verificou no entanto em paralelo nenhuma tentativa de estudo sério dos programas nem das estruturas curriculares, continuando o ensino secundário em Portugal a produzir alegremente gerações de analfabetos e de seres humanos incapazes de ler, racicionar, questionar e decidir.E uma reforma do ensino que custa milhões de euros gastos em operações de cosmética e de propaganda.


Nessa operação concertada vários interesses avançam: as empresas de construção e venda de equipamentos contratadas por ajuste directo, os interesses locais nos futuros in vestimentos que poderão valorizar o solo e o edificado, para o aumento das receitas nos impostos. Em simultâneo a ignorância científica e a cada vez maior iliteracia da população, é justificada com a má qualidade dos professores que interessa castigar, até porque a população aplaude.


Reina portanto o pato bravismo e o novo riquismo no país e na educação.

No caso das obras no liceu de Oeiras, a "requalificação da escola" teve requintes. Considerou a Parque Escolar e o ministério, essencial para essa requalificação, a tábua rasa sobre a memória. Pretende-se talvez um cidadão novo acéptico e pouco pensante, onde não terão lugar quaisquer préexistências.


Para esse fim julgou decerto politicamente incorrectos os jardins do liceu onde a imponência de muitas das árvores que com o passar dos anos conferiram dignidade aos espaços exteriores e definiam uma forte identidade ao lugar onde todos sentiam uma sensação de pertença.

Tratou-se portanto de uma intervenção (des)educativa regime: as àrvores cortadas são a metáfora do abate dos valores que justificam a época onde, sem ideologia, a sociedade se vai afndando em fundamentalismos fanáticos."


segunda-feira, setembro 28, 2009

atentado terrorista de lesa-património natural e paisagístico



Um sinistro 'atentado terrorista', de contornos quasi kafkianos, foi e continua a ser perpetrado por energúmenos - que outra coisa lhes poderei chamar?! - que se auto-denominam arquitectos e engenheiros na Escola Secundária Sebastião e Silva - o antigo e nosso mui estimado e amado Liceu de Oeiras!

Sim, esse, o das grandes e belas recordações da nossa adolescência. Das nossas ambições, dos nossos êxitos e fracassos, dos nossos sonhos, do nosso experimentar e testar as pessoas, a vida e o mundo, dos nossos namoricos efémeros, da nossa vida enfim.



Inaugurado em 18 de Outubro de 1952, este estabelecimento de ensino, de grandes tradições, era até há poucos dias, um dos melhores exemplares da arquitectura de Estado Novo para esta tipologia de edifícios.


Ao longo dos seus 57 anos de existência, poucas ou nenhumas foram as alterações que lhe fizeram na traça original, pelo que qualquer estudante de arquitectura ou história o podia utilizar como modelo de arquitectura da mencionada tipologia.

A maioria das alterações passaram apenas por construção, efémera, de pré-fabricados e pequenos acrescentos nos pátios exteriores.


O triste e funesto drama que o Liceu de Oeiras está a viver conta-se em poucas palavras:

O Ministério da Educação decidiu - 2007 ou 2008 - promover obras de melhoramento no edifício, e avançou com um projecto de intervenção. Não foi questionada a justeza do mesmo, pois o edifício apresentava alguns aspectos de degradação interior, como humidade, e necessitava de intervenção para melhorar as condições de trabalho.

O projecto foi aprovado pela autarquia e as obras avançaram, cremos que em meados de Agosto último.


O que ninguém augurava é que a coberto dessa intervenção, que se pensava seria apenas no edifício em si mesmo, em particular e só no interior, se assistisse a uma intervenção também nos espaços exteriores, na envolvente paisagística, nomeadamente nos pátios, densamente arborizados com magníficos espécimes de árvores - amendoeiras e tílias, p.ex. -, também elas sem dúvida, além do edifício, património, pois estavam perfeitamente integradas na paisagem envolvente do edifício, sendo que muitas, não duvidamos, pelo seu porte seriam da data de construção do Liceu - 57 anos, recordemos. Ora acontece que diversas destas espécies foram abatidas, arrancadas, e outras têm o mesmo destino prometido. Fala-se em números que rondam os 130 exemplares de árvores arrancadas!!


Que os espaços exteriores pudessem ser alvo de alguns melhoramentos, aceita-se e compreende-se.

O que consideramos um verdadeiro acto de terrorismo é o corte daqueles belos e enormes exemplares de espécimes arbóreos, cada vez mais raros na nossa paisagem. Árvores perfeitamente integradas nos espaços a que pertenciam, e que proporcionavam abrigo nas suas copas a centenas de avezinhas que as procuravam, quer para construir ninhos, quer para se alimentarem de insectos, assim como abrigavam as pessoas da chuva, que as procuravam em chuvosos dias de Inverno, ou do sol inclemente nos dias quentes de Verão.


Ficam aqui algumas fotografias do Pátio da Amendoeira, antes e depois do atentado, onde se pode apreciar a profusão e diversidade de espécimes que existiam e desapareceram:



Mais fotografias podem ser vistas no Flickr:


- Fotografias do Liceu ANTES das obras, em várias datas: http://www.flickr.com/photos/42019201@N05/sets/72157622459745684/


- Fotografias do Liceu AGORA, após início das obras: http://www.flickr.com/photos/42019201@N05/sets/72157622336707297/


nota 1: Está a correr um abaixo-assinado (papel) sobre este tema.


nota 2: O programa "Nós por Cá" da SIC esteve na ESSS, após lhe ter sido feita uma denúncia, e aguarda-se que a reportagem seja exibida.


nota 3: Foi igualmente efectuado um contacto com a Quercus, aguardando-se desta uma resposta.


Sobre a história interessantíssima do vetusto Liceu Nacional de Oeiras, clique aqui.


Aceda também à Associação de Antigos Alunos e Amigos do Liceu Nacional de Oeiras / Escola Secundária Sebastião e Silva, aqui. Se lhe agradar e for do seu interesse, convidamo-lo a registar-se no site.


Não fiquemos indiferentes aos desmandos desta corja de tecnocratas despudorados e sem rumo que destroem o nosso património natural !!


quinta-feira, agosto 21, 2008

lugar aos poetas

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recebido via email com pedido de publicação:


As Torres do Isaltino Morais

O Isaltino Morais que é tio,
Quer lotear a fundição de Oeiras.
No lugar do picadeiro do rio,
Um estacionamento cheio de poeiras.

No lugar do Beer Hunter que tem brio,
O acesso a uma rotunda sem beiras.
No lugar da fundição que serviu,
Doze torres em betão sem eiras.

E se foi para isso que os moradores,
Da Medrosa votaram no Isaltino,
Oh, poderoso autarca, que dás dores,

Livra-nos de ti, usa o tino,

Deixa a Medrosa aos eleitores,
Que votámos num qualquer cretino!

Carlos Santos Bueno
20/08/2008


n.b.: O autor é um poeta oeirense, com 2 livros de poesia publicados: "As Margens Vermelhas" (Minerva) e "Os Jardins do Éden" (ed. autor).
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quinta-feira, abril 17, 2008

O Legado Islâmico em Portugal

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Dentro do programa de Iniciativas 2008 da ESPAÇO e MEMÓRIA vai ter início o Curso:



1.º Módulo
Direcção - Abdallah Khawli

Auditório César Batalha, Galerias Alto da Barra, Oeiras

10 de Maio, 9:45h - 12:45h
Urbanismo e Arquitectura (1)

16 de Maio, 18h - 20h
O Gharb al-Andalus - Sécs. VIII - XIII (1)

17 de Maio, 9:45h - 12:45h
O Gharb al-Andalus - Sécs. VIII - XIII (2)

24 de Maio, 9:45h - 12:45h
O Islão - Origens, Formação e Expansão

30 de Maio, 18h - 20h
Urbanismo e Arquitectura (2)

07 de Junho, 9:45h - 12:45h
Urbanismo e Arquitectura (3)

VISITAS:

31 de Maio, 08h - 20h
SILVES: castelo, alcácova e museu / Arrifana: Ribat
Abdallah Khawli

07 de Junho, 13:30h - 16h
Almoço de Curso
[ Local e condições a definir ]

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
Junta de Freguesia de Oeiras e S. Julião da Barra: 21 441 64 61
Espaço e Memória - www.espacoememoria.org: 91 260 87 20 /91 998 78 08
CURSO: Sócios e estudantes € 35 / Público € 70
Inclui material de apoio

Visita a Silves e Arrifana (transporte assegurado para as trinta primeiras inscrições; almoço livre)
Mínímo de inscrições: 30 / máximo: 60
APOIOS: Junta de Freguesia de Oeiras e S. Julião da Barra e Câmara Municipal de Oeiras

2.º Módulo
Direcção - Abdallah Khawli / Participação - Joaquim Boiça

13 de Setembro, 9:45h - 12:45h
A Sociedade Islâmica do Gharb al-Andalus

20 de Setembro, 9:45h - 12:45h
Cultura Material e Imaterial (1)

27 de de Setembro, 9:45h - 12:45h
Cultura Material e Imaterial (2)

04 de Outubro, 9:45h - 12:45h
O Islão no Mundo Actual

11 de Outubro, 9:45h - 12:45h
O Legado Português em Marrocos

18 de Outubro, 9:30h - 18h
Ciclo de Conferências
[ Programa a divulgar oportunamente ]


VISITAS:

24 de Maio, 15h - 18h
LISBOA: Bairro Islâmico do Castelo de S. Jorge / Mesquita de Lisboa
Maria Ramalho / Abdallah Khawli; Abdul Karim Vakil / David Munir

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
Junta de Freguesia de Oeiras e S. Julião da Barra: 21 441 64 61
Espaço e Memória - www.espacoememoria.org: 91 260 87 20 / 91 998 78 08
CURSO / Visitas / Ciclo de Conferências: Sócios e estudantes € 35 / Público € 70
Mínímo de inscrições: 30 / máximo: 60

Marrocos - Circuito Histórico
Abdallah Khawli / Joaquim Boiça

20 Outubro
Lisboa / Tanger


21 Outubro
Alcacer Ceguer / Arzila / Rabat


22 Outubro
Casablanca / Azamor / Mazagão


23 Outubro
Rabat / Volubilis / Fez


24 Outubro
Fez

25 Outubro
Chouen - Tétouan

26 Outubro
Ceuta / Lisboa

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
Junta de Freguesia de Oeiras e S. Julião da Barra: 21 441 64 61
Espaço e Memória - www.espacoememoria.org: 91 260 87 20 / 91 998 78 08
INSCRIÇÃO: Máximo: 50 pessoas / Pré-inscrição: 15 Maio - 30 Julho

CONDIÇÕES E PAGAMENTO: a anunciar oportunamente
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sábado, julho 08, 2006

recordar a História



8 de Julho de 1497 é uma data que fica na História, não só para os Portugueses, mas para toda a Humanidade, como uma das datas mais significativas de todos os tempos.
Dava-se nesse remoto dia início a uma das maiores epopeias do Homem.
Do Restelo, em Belém, após missa e comunhão, zarpava a Armada de Vasco da Gama. Objectivo: a Índia.

Constituída por 4 naus — a S. Gabriel, comandada por Vasco da Gama; a S. Rafael, comandada por seu irmão Paulo da Gama; a Bérrio, comandada por Nicolau Coelho e um velho navio de mantimentos, a ser incendiado quando vazio, comandado por Gonçalo Nunes —, a Armada de Vasco da Gama partia para uma das maiores aventuras de que há memória na História da Humanidade.

Uma viagem de ida e volta de 2 anos até Calecute, contornando a África pelos perigosos mares do Cabo das Tormentas, semeada de perigos de toda a espécie, que abriu definitivamente aos europeus a Rota Marítima para a Índia, de onde vinham bens tão preciosos como as Especiarias, p.ex.

Muitos foram os que partiram, menos os que voltaram. No desconhecido deixaram os seus corpos, mas em Portugal deixaram as suas Almas e os seus Amores.
No sal das praias de Portugal ficou gravado o seu trágico Fado.

Glória eterna a todos os marinheiros, conhecidos ou incógnitos, que desbravaram, e tornaram conhecidos e mais seguros, os 7 Mares.

foto: nau Boa Esperança, fotografada em 25 de Abril de 1992 aquando da regata Colombo © josé antónio 2006.