Raquel Varela (UNL)e Maria Gama(APRE)
http://valedaterrugem.blogspot.pt/2013/04/o-estado-social-e-o-direito-reforma.html
fotografia do Centro Social Paroquial de Nova Oeiras do Bing Maps

GREVE GERAL
[ greve ]
24 Novembro 2010
Durante as próximas 24 horas não haverá publicações porque estamos em GREVE!
In the next 24 hours there will be no publishing because we are in STRIKE!
ilustração © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.
Abordámos esta matéria [ aqui ], [ aqui ] e [ aqui ]. Hoje apresentamos o que constatámos ao passar no local e nos parece sem dúvida ser o ponto final no assunto.
Ficamos por aqui.
remodelação do local do antigo parque infantil
09-04-2010
fotografia © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.
pormenor do parque infantil removido
Sobre esta matéria de que temos vindo a falar [ aqui ] e [ aqui ] recebemos via email:
Vai fazer em Maio 1 ano, que entrou em vigor a nova legislação dos EJR. Para quem não domina o dialecto, espaços de jogo e recreio.
A famosa ASAE (tudo gente mansa) passou a substituir o IDP na fiscalização destas estruturas.
O nosso Tio Isaltas não correu riscos. Mandou de imediato encerrar todos os parques. Crencas com a justiça já lhe chega.
Resta saber, se esse parque, no ver da CMO, tem utilização que justifique a remodelação e adaptação à nova lei.
Recomendo que vejam o que pensam fazer, e se é do interesse dos moradores.
Tb há a possibilidade da estrutura passar de recreio infantil a juvenil.
Teresa
Aproveito este texto para deixar o meu comentário:
Devo mencionar que o meu interesse neste parque não é o de um pai, pois não tenho filhos.
Esporadicamente sou visitado por crianças minhas sobrinhas que, elas sim, utilizam o parque quando cá vêm. Mas é mesmo muito esporádico pelo que deste ponto de vista o parque não me é muito importante.
Subsiste sim a minha sensibilidade de cidadão e munícipe às necessidades dos residentes nesta enorme urbanização que é a Quinta do Marquês, constituída maioritariamente por edifícios de 8 andares com 3 fracções por andar [ 24 / prédio ].
Pelo que me apercebo, há centenas de crianças nesta zona que muito podem beneficiar de um parque infantil. Elas e os respectivos pais, que assim têm um lugar seguro para estarem com os filhos entretidos durante um bom pedaço de tempo, coisa que, como sabemos, as crianças agradecem pois adoram brincar, e já agora conviver e interagir com outras crianças, grande vantagem destas estruturas, visto que o mundo moderno já não permite que as crianças brinquem à solta na rua como acontecia quando nós tínhamos a idade delas.
Ficam também algumas imagens para mostrar o enquadramento urbanístico do parque infantil demolido.
vista aérea de parte da Quinta do Marquês na zona do parque infantil, através da qual é perceptível a dimensão dos edifícios e da urbanização
fonte: Bing Maps
vista aérea perpendicular da Quinta do Marquês,
na qual assinalámos o parque, existente à data da fotografia,
e os limites aproximados da urbanização
fonte: Google Earth
a Quinta do Marquês na planta da freguesia de Oeiras e São Julião, disponível online pela autarquia de Oeiras
fonte: CMO
fotografia de abertura © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.
18-03-2010
Sobre esta matéria que aqui publiquei, ontem foi-me dito por uma pessoa geralmente bem informada que este não é caso único no nosso concelho de Oeiras.
Segundo a informação que a pessoa me deu, a ASAE multou a Câmara devido ao mau estado de 3 parques infantis que apresentavam, p. ex., madeiras partidas e lascadas e pormenores do tipo, naturalmente potencialmente causadores de danos e ferimentos nas crianças que os utilizassem.
Assim, decidiu a Câmara interditar um número que desconheço de parques - um deles o do Bairro da Medrosa, segundo informação dum morador - e também demolir outros.
Para já é o que sei e posso adiantar.
fotografia © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.
Aqui, na Quinta do Marquês, a poente do entroncamento da Rua da Quinta da Serra com a Rua Professor Egas Moniz, onde existe um aprazível jardim, havia um excelente parque infantil, como se vê nas seguintes imagens. Um parque muito frequentado pelas crianças dos prédios vizinhos.
28-10-2003
28-10-2003
22-03-2004
Havia... Porque já não há. O mesmo foi demolido e desapareceu, como ontem constatámos.
Começamos por estranhar a falta de licença de obra. Se esteve lá, foi com o parque.
18-03-2010
18-03-2010
Questionamos:
- Porque foi retirado o parque?
- Tinha problemas de segurança? Neste caso talvez bastasse interdita-lo e solucionar os problemas.
- Irá ser substituído por outro parque melhor ou a ideia é aproveitar o espaço para outros fins?
- Irão as crianças ficar privadas dum espaço de divertimento, lazer e recreio?
Vamos ficar de olho no assunto!
fotografias © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.

capa do livro
Pedro Beça Múrias tem 47 anos e é jornalista.
Tendo ultrapassado um cancro, a sua experiência chega agora até nós sob o formato de livro. [ in Fnac Agenda, 01-15 Março 2010, p. 20 ]
Eu não podia faltar a um acontecimento tão importante e no dia 10 fui à Fnac Chiado ao lançamento do livro do Pita, como o conhecemos entre amigos de infância e de bairro.
Numa sala acolhedora repleta de amigos e convidados, entre os quais reencontrei amigos que não via há muitos anos, o Pedro disse-nos da sua terrível experiência e razão deste livro.
Uma obra cuja leitura recomendamos vivamente, pois trata-se dum pugente testemunho de vida, de vontade e de coragem que muito nos pode ensinar.
Parabéns ao Pita pela sua força e coragem e pelo livro!
Desejos dum futuro repleto de realizações e felicidade!
Forte Abraço do Zétó!
Estes restos de mobiliário com algum volume foram deixados ontem de manhã ou à tarde próximo dos contentores de lixo, na Rua da Quinta da Serra, na Quinta do Marquês em Oeiras, vá-se lá saber por quem.
Para dar uma melhor localização, esta rua está paredes-meias com o Pingo Doce de Sassoeiros, por trás da Quinta da Serra, que dá o nome à rua.
Junto deles estavam também uns cortinados que, esses, depressa levaram sumiço. Mas o resto ficou a emporcalhar o passeio e a transtornar os transeuntes.
De noite passou o carro da recolha de lixo, passa por volta das 03h da madrugada, que é claro não recolheu esta tralha pois não é da sua competência ou interesse. Talvez, na melhor das hipóteses, e é só uma suposição, um dos homens da recolha avise os colegas que fazem a recolha de grandes volumes, que passa, creio, às quintas-feiras, para passarem por ali. Quem sabe? Pode ser que sim, pode ser que não...
Seja como for, todo o munícipe sabe que lixo destas dimensões e natureza não é recolhido pela recolha de resíduos domésticos e deve ser colocado em dia próprio e a certas horas na rua.
Será que é ignorância ou é mesmo e só falta de civismo?!
Note-se que não falo de uma urbanização 'pobre', da classe baixa, média-baixa ou média. Esta rua situa-se numa urbanização maioritariamente habitada pela classe média / média-alta.
Faço também notar que situações como esta e mesmo mais importunas, com objectos de dimensões maiores e em maior número, são frequentes nesta zona e não só no local aqui considerado.
fotografia 09-09-2009, 15h37 © josé antónio • comunicação visual
