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sábado, abril 27, 2013

«O Estado Social e o Direito à Reforma» [ Oeiras ]




«O Estado Social e o Direito à Reforma»
[ debate ]
Raquel Varela e Maria Rosário Gama [ participantes ]
29 Abril 2013, 15h00
Centro Social Paroquial de Nova Oeiras

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O ESTADO SOCIAL E O DIREITO À REFORMA em Oeiras Segunda Feira 29 de Abril no Centro Social e Paroquial de Nova Oeiras, Rua Monsenhor Ferreira de Melo, Nova Oeiras

Raquel Varela (UNL)e Maria Gama(APRE)

http://valedaterrugem.blogspot.pt/2013/04/o-estado-social-e-o-direito-reforma.html

fonte Fernando Lopes - Vale da Terrugem

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Centro Social Paroquial de Nova Oeiras
[ junto do Centro de Juventude de Oeiras
e em frente da Igreja de Santo António de Nova Oeiras ]
Rua Monsenhor Ferreira de Melo, 2780 Oeiras
t. 21 443 18 76 / 21 441 10 35; Fax.: 21 441 78 87;
38° 41' 33.81" N 9° 19' 26.73" W

fotografia de abertura do sítio internet Revista Biografia a quem agradecemos.
fotografia do Centro Social Paroquial de Nova Oeiras do Bing Maps

quarta-feira, novembro 24, 2010

GREVE GERAL



GREVE GERAL

[ greve ]

24 Novembro 2010


Durante as próximas 24 horas não haverá publicações porque estamos em GREVE!


In the next 24 hours there will be no publishing because we are in STRIKE!


ilustração © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


segunda-feira, abril 12, 2010

Ponto final no parque infantil


Abordámos esta matéria [ aqui ], [ aqui ] e [ aqui ]. Hoje apresentamos o que constatámos ao passar no local e nos parece sem dúvida ser o ponto final no assunto.

Ficamos por aqui.


remodelação do local do antigo parque infantil

09-04-2010


fotografia © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


domingo, março 28, 2010

ainda o parque infantil


pormenor do parque infantil removido


Sobre esta matéria de que temos vindo a falar [ aqui ] e [ aqui ] recebemos via email:


Vai fazer em Maio 1 ano, que entrou em vigor a nova legislação dos EJR. Para quem não domina o dialecto, espaços de jogo e recreio.

A famosa ASAE (tudo gente mansa) passou a substituir o IDP na fiscalização destas estruturas.

O nosso Tio Isaltas não correu riscos. Mandou de imediato encerrar todos os parques. Crencas com a justiça já lhe chega.

Resta saber, se esse parque, no ver da CMO, tem utilização que justifique a remodelação e adaptação à nova lei.

Recomendo que vejam o que pensam fazer, e se é do interesse dos moradores.

Tb há a possibilidade da estrutura passar de recreio infantil a juvenil.

Teresa


Aproveito este texto para deixar o meu comentário:


Devo mencionar que o meu interesse neste parque não é o de um pai, pois não tenho filhos.

Esporadicamente sou visitado por crianças minhas sobrinhas que, elas sim, utilizam o parque quando cá vêm. Mas é mesmo muito esporádico pelo que deste ponto de vista o parque não me é muito importante.


Subsiste sim a minha sensibilidade de cidadão e munícipe às necessidades dos residentes nesta enorme urbanização que é a Quinta do Marquês, constituída maioritariamente por edifícios de 8 andares com 3 fracções por andar [ 24 / prédio ].


Pelo que me apercebo, há centenas de crianças nesta zona que muito podem beneficiar de um parque infantil. Elas e os respectivos pais, que assim têm um lugar seguro para estarem com os filhos entretidos durante um bom pedaço de tempo, coisa que, como sabemos, as crianças agradecem pois adoram brincar, e já agora conviver e interagir com outras crianças, grande vantagem destas estruturas, visto que o mundo moderno já não permite que as crianças brinquem à solta na rua como acontecia quando nós tínhamos a idade delas.


Ficam também algumas imagens para mostrar o enquadramento urbanístico do parque infantil demolido.


vista aérea de parte da Quinta do Marquês na zona do parque infantil, através da qual é perceptível a dimensão dos edifícios e da urbanização

fonte: Bing Maps


vista aérea perpendicular da Quinta do Marquês,

na qual assinalámos o parque, existente à data da fotografia,

e os limites aproximados da urbanização

fonte: Google Earth


a Quinta do Marquês na planta da freguesia de Oeiras e São Julião, disponível online pela autarquia de Oeiras

fonte: CMO


fotografia de abertura © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


domingo, março 21, 2010

parque infantil - actualização 01


18-03-2010


Sobre esta matéria que aqui publiquei, ontem foi-me dito por uma pessoa geralmente bem informada que este não é caso único no nosso concelho de Oeiras.


Segundo a informação que a pessoa me deu, a ASAE multou a Câmara devido ao mau estado de 3 parques infantis que apresentavam, p. ex., madeiras partidas e lascadas e pormenores do tipo, naturalmente potencialmente causadores de danos e ferimentos nas crianças que os utilizassem.


Assim, decidiu a Câmara interditar um número que desconheço de parques - um deles o do Bairro da Medrosa, segundo informação dum morador - e também demolir outros.


Para já é o que sei e posso adiantar.


fotografia © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


sexta-feira, março 19, 2010

aqui havia um parque infantil...


Aqui, na Quinta do Marquês, a poente do entroncamento da Rua da Quinta da Serra com a Rua Professor Egas Moniz, onde existe um aprazível jardim, havia um excelente parque infantil, como se vê nas seguintes imagens. Um parque muito frequentado pelas crianças dos prédios vizinhos.


28-10-2003

28-10-2003

22-03-2004


Havia... Porque já não há. O mesmo foi demolido e desapareceu, como ontem constatámos.

Começamos por estranhar a falta de licença de obra. Se esteve lá, foi com o parque.


18-03-2010

18-03-2010


Questionamos:


- Porque foi retirado o parque?

- Tinha problemas de segurança? Neste caso talvez bastasse interdita-lo e solucionar os problemas.

- Irá ser substituído por outro parque melhor ou a ideia é aproveitar o espaço para outros fins?

- Irão as crianças ficar privadas dum espaço de divertimento, lazer e recreio?


Vamos ficar de olho no assunto!


fotografias © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


domingo, março 14, 2010

Crónicas da Sala de Espera


capa do livro


Pedro Beça Múrias tem 47 anos e é jornalista.

Tendo ultrapassado um cancro, a sua experiência chega agora até nós sob o formato de livro. [ in Fnac Agenda, 01-15 Março 2010, p. 20 ]


Eu não podia faltar a um acontecimento tão importante e no dia 10 fui à Fnac Chiado ao lançamento do livro do Pita, como o conhecemos entre amigos de infância e de bairro.

Numa sala acolhedora repleta de amigos e convidados, entre os quais reencontrei amigos que não via há muitos anos, o Pedro disse-nos da sua terrível experiência e razão deste livro.

Uma obra cuja leitura recomendamos vivamente, pois trata-se dum pugente testemunho de vida, de vontade e de coragem que muito nos pode ensinar.


Parabéns ao Pita pela sua força e coragem e pelo livro!


Desejos dum futuro repleto de realizações e felicidade!


Forte Abraço do Zétó!


Pedro Múrias a autografar livros


O Pedro Beça Múrias está no Facebook [ aqui ].


fotografia da capa do sítio internet Fotos de Bairro da Medrosa no Facebook [ aqui ].

fotografias © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


quinta-feira, janeiro 07, 2010

Aconteceu no Liceu de Oeiras

CLIQUE PARA AMPLIAR

Infelizmente não sei a data deste recorte nem de que jornal o tirei. Mas há muitos antigos alunos que se lembram deste episódio, como eu que estive envolvido neles e bem me lembro de ver, no átrio do Liceu, o dirigente local da U.E.C., Pedro Filipe, à pancada com um elemento destacado do M.R.P.P., cujo nome não recordo, e que o tinha agredido com um caixote de lixo de madeira.
Lembro-me também de subitamente por cima das nossas cabeças - estávamos no átrio - vinda do exterior, da escadaria, ter passado uma pedra a voar que acertou em cheio no cartaz, furou-o, atravessou o vidro, partindo-o, e foi acertar na cara duma aluna que estava, junto com dezenas de outros alunos, no corredor em frente, o chamado "do ginásio grande".

Enfim, estas cenas não eram frequentes, felizmente, mas foi assim que se viveu o PREC no Liceu de Oeiras.

quarta-feira, setembro 09, 2009

o excelso sentido cívico do tuga...


Estes restos de mobiliário com algum volume foram deixados ontem de manhã ou à tarde próximo dos contentores de lixo, na Rua da Quinta da Serra, na Quinta do Marquês em Oeiras, vá-se lá saber por quem.

Para dar uma melhor localização, esta rua está paredes-meias com o Pingo Doce de Sassoeiros, por trás da Quinta da Serra, que dá o nome à rua.

Junto deles estavam também uns cortinados que, esses, depressa levaram sumiço. Mas o resto ficou a emporcalhar o passeio e a transtornar os transeuntes.


De noite passou o carro da recolha de lixo, passa por volta das 03h da madrugada, que é claro não recolheu esta tralha pois não é da sua competência ou interesse. Talvez, na melhor das hipóteses, e é só uma suposição, um dos homens da recolha avise os colegas que fazem a recolha de grandes volumes, que passa, creio, às quintas-feiras, para passarem por ali. Quem sabe? Pode ser que sim, pode ser que não...


Seja como for, todo o munícipe sabe que lixo destas dimensões e natureza não é recolhido pela recolha de resíduos domésticos e deve ser colocado em dia próprio e a certas horas na rua.


Será que é ignorância ou é mesmo e só falta de civismo?!


Note-se que não falo de uma urbanização 'pobre', da classe baixa, média-baixa ou média. Esta rua situa-se numa urbanização maioritariamente habitada pela classe média / média-alta.

Faço também notar que situações como esta e mesmo mais importunas, com objectos de dimensões maiores e em maior número, são frequentes nesta zona e não só no local aqui considerado.


fotografia 09-09-2009, 15h37 © josé antónio • comunicação visual


sábado, outubro 01, 2005

a certa infinitude



Um dos problemas no meu prédio era o assédio quase diário dos moços e moças da publicidade, o dia todo a tocarem às campainhas para lhes abrirem a porta, para além do habitual, e mais ou menos regular, carteiro. Já referi aqui um caso (muitos outros terão acontecido) em que alguém se fez passar pelo carteiro para lhe franquearem a porta...
As caixas de correio eram das antigas e instaladas no interior do hall de entrada.
O facto de serem antigas e colocarem este problema da porta, não temos video-vigilância e isso coloca problemas de segurança, levou-nos a vários debates em assembleias de condóminos no sentido de as substituirmos pelo modelo actual, moderno, recomendado pelos CTT, com abertura para o exterior do prédio. Decisão que acabámos por tomar.
Estas novas caixas têm algumas vantagens: a abertura é no exterior pelo que não é necessário entrar no prédio para nelas colocar a correspondência e são também maiores, o que é muito útil para quem recebe revistas ou livros, como cá em casa. Tenho diversos exemplares da Revista Portuguesa de Filosofia, uns calhamaços de cerca de 600 páginas, com as lombadas todas estuporadas da força que o carteiro fazia para as meter, até meio..., na caixa (isto sabendo eles que em tais casos devem tocar à campainha para entregar em mão, o prédio até tem elevador; ou deixar aviso; algumas fui levantar à estação de correios, apesar de eu estar em casa à hora a que o carteiro deixava os avisos..)

Mas não são só estas as vantagens. A grande vantagem é de facto a desnecessidade de entrar no prédio, logo de ter de tocar à campainha para alguém abrir a porta.
Ora no meu prédio, e também por diversas vezes referimos isso nas reuniões, há pessoas que têm o péssimo hábito de, quando lhes tocam à campainha, destrancar a porta da rua sem sequer perguntarem "quem é?", o que tem como consequência que toda a gente pode entrar à vontade, seja para pôr publicidade, seja para andar a pedir às portas, seja para divulgar serviços, seja para 'estudar' o prédio, seja para o que for. Quantas vezes atendi à porta e após ouvir que era 'publicidade', e responder que não abria, ao mesmo tempo ouvia o barulho do intercomunicador a ser mexido e o som do trinco indicando que alguém, cuja voz não se ouvira, tinha aberto a porta.

Há pouco tempo a obra foi finalmente executada e as caixas substituídas. O acesso a elas é agora feito pelo exterior do prédio, pelo que não há necessidade de tocar às campainhas. Este tipo de caixas, aliás, não tem ranhura pelo lado interior pelo que nada se pode lá meter, a não ser mesmo pelo exterior. Assim sendo, não há qualquer razão lógica para abrir a porta. Dita o mais puro bom-senso que tal não seja feito, não é?
Por isso, pensei que se fosse generalizando o hábito de não tocar para abrir a porta, à medida que carteiros e distribuidores de publicidade e propaganda fossem aprendendo e apreendendo a nova realidade.
De facto, tenho notado que tocam menos à porta. Agora quanto ao resto...

30 SET 2005.
Eram umas 17:35 quando soou a campainha da minha porta. Pelo timbre percebi que era a da entrada do prédio.
Dirigi-me à porta, levantei o intercomunicador, quem será a esta hora?
— Quem é?
— Fá favô, publicidadji tele-pizza — respondeu-me uma voz de rapaz, com sotaque.
— Desculpe, as caixas são lá atrás, com licença — esclareci enquanto me preparava para repôr o intercomunicador no suporte. Ainda tive tempo para ouvir o som característico do trinco da fechadura a estalar. Alguém tinha aberto a porta...


"Só 2 coisas são infinitas: o Universo e a estupidez humana. E eu não estou certo do primeiro..." Albert Einstein