domingo, agosto 14, 2005

o comboio do fantasma



Muito se tem criticado o SATU: que ninguém o usa, que só serve para fazer despesa, a gastar energia, a pagar a técnicos, porque anda ali para cima e para baixo o dia todo, sempre vazio.
Que anda para cima e para baixo o dia todo, enfim, agora VAZIO... não é de todo verdade!
Basta um salto ao Site da Câmara Municipal de Oeiras, para o ver o dia todo de um lado para o outro, é certo, mas olhando com atenção vê-se dentro dele a figura fantasmagórica do Marquês de Pombal, que nunca em vida deve ter sonhado um dia andar-se a passear numa página de Internet.

O SATU pode não servir para mais nada, mas serve para passear o fantasma...

Ah, e já agora, por falar em Marquês: Bem que se podiam lembrar do triste e quase invisivel monumento ao Marquês de Pombal colocado na beira da Rotunda do Marquês, na Qta. do mesmo nome, e dar-lhe um pouco mais de DIGNIDADE, não?

4 comentários:

LUA DE LOBOS disse...

bem me parecia que via lá algo sentado::))
mas eu vejo "coisa" a torto e a direito...
se quizeres saber a história o meu MSN é
akyron2000@hotmail.com
xi
maria

José António disse...

Olá Maria.

Já somos dois a ver coisas... :) Bem que alguns amigos mo costumam dizer: "'Tás a ver coisas!"

E quero saber a história sim, qualquer que ela seja. Vou contactar logo que me seja possível.

Abraços,

Anónimo disse...

O SATU e a sua implementação têm sido tudo menos pacíficos. As vantagens a ele inerentes não evitaram a formulação de críticas e processos judiciais por parte dos moradores do bairro da tapada do mocho, reportadas ao ruído por este emitido, bem como pelo facto de a linha do SATU estar junto a janelas, rente a edifícios de habitação preexistentes, sombra criada sobre os edifícios e perda de vistas para o mar, destruição de espaços verdes e praga de pombos que usam a estação como refúgio, tratando-se ainda de um meio de transporte sem utilizadores, sendo já conhecido como 'comboio-fantasma'. A isso juntam-se também os protestos dos vereadores da oposição pelos elevados custos de manutenção aliados às baixas taxas de ocupação.

José António disse...

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Caro Anónimo, obrigado pela participação.

Esse assunto tem sido profusamente debatido e divulgado, quer neste meu blog, quer no Oeiras Local, onde notei que deixou há pouco a mesma prosa.
Fê-lo foi em posts muito antigos, hoje com pouca visibilidade.
Sei que não existe nenhum post recente que se refira ao SATUO mas, se pretende abordar essa questão, porque não enviar um e-mail para o Oeiras Local?
O endereço está lá.

Cumps

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